Prometo-te, todos os dias, fazer AMOR!
Escolher-te nas noites mais escuras,
nas tormentas mais doridas e impuras.
Escolher-te no frio do inverno ou no calor!
Prometo-te fazer AMOR e aprender amar,
escolher-te para a vida real e barulhenta,
na calmaria do rio e na madrugada sedenta,
Namorando cada detalhe que te faz pulsar.
Prometo-te, que amanhã, vou te encontrar
e faremos AMOR, amor namorando,
tocando, beijando, vivendo, flertando...
Prometo-te que farei o AMOR te achar,
enquanto vou te amando e te cuidando,
e vou fazendo esse AMOR se provar!
Entre duas noites
Entre duas noites cabe um mundo,
[desejos infindos, juras intermináveis,
de, em múltiplas vezes incontáveis,
fogo, entre o primeiro céu e o segundo.
Entre duas noites um mundo se destrói
em novos mundos e antigas temeridades,
em poucas palavras e muitas saudades
em silêncio que, do pó, se reconstrói.
Entre duas noites, duas noites se vão!
Corroídas pela chama densa e pujante
que queima e derrete até a sensação
[desejos infindos, juras intermináveis,
de, em múltiplas vezes incontáveis,
fogo, entre o primeiro céu e o segundo.
Entre duas noites um mundo se destrói
em novos mundos e antigas temeridades,
em poucas palavras e muitas saudades
em silêncio que, do pó, se reconstrói.
Entre duas noites, duas noites se vão!
Corroídas pela chama densa e pujante
que queima e derrete até a sensação
de fatalidade e de dormência exorbitante
que é parte e todo, é fim, início, fusão...
que é fim do fim, e início inconstante.
que é parte e todo, é fim, início, fusão...
que é fim do fim, e início inconstante.
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