Quando a tempestade passar
e sobrar apenas a calmaria,
dias cheios e noites estranhas;
quando o ruído der lugar à música,
sobre as lembranças dos muitos ontens,
e ninguém mais perguntar;
quando tudo estiver feito
e o desfeito for parte da reconstrução,
quero ter guardado cada pedaço
das pequenas coisas
que doem por não existirem
no dia a dia.